16/06/08

Os novos canais de comunicação: uma questão de eficácia

Um estudo recente mundial revelou que cerca de $428 biliões de rendimentos da indústria da publicidade atingidos em 2006 foram provenientes de mensagens que ou atingiram a audiência errada ou não atingiram mesmo ninguém (The Economist). Popups, popovers, popunders, outdoors, TV, rádio e imprensa são cada vez mais spam, spam, spam!

É notório que os consumidores actuais procuram informação e não publicidade. Tal pode ser concretizado através de:


- Relações Públicas e reputação empresarial;
- Advertainment;
- Process-Based Marketing Management;
- Tryvertising;
- Sustainable and social marketing;
- Narrowcasting e Podcastings;
- Time-shift box, TIVO

As mensagens abandonaram os canais das massas, utilizando a multimédia interactiva. Deixaram de ser intrusivas e de monólogo para mensagens-convite e de comunicação participativa. Os conteúdos explícitos anteriormente utilizados deram agora lugar a mensagens de carácter mais interiorizado no produto e no serviço.

2 comentários:

Anónimo disse...

Sim, porque agora o que mais importa são as relações que as empresas têm com o mercado, clientes e fornecedores e, principalmente, a verdadeira comunicação entre os envolvidos.
Acho que é aqui que o sector deve buscar a e4specialização e inovação o mais rápido possível para que possa atender e antever as necessidades de clientes e da sociedade em geral.
A conversa e as relações têm de ser transparentes e acessíveis a todos.

Unknown disse...

Um dos segredos da captação da mensagem pelo cliente, passa pela diferença na forma de comunicação e do suporte de comunicação.

A típica publicidade começa a ser saturante pois o cliente hoje em dia sabe o que quer e onde procurar.
AS ti vieram colocar à distaância de um clique a possibilidade de num curto espaço de tempo e sem sair de casa, ter um leque alargado de produtos ou serviços permitindo ao cliente escolher aquele que mais lhe agrada.

A comunicação deve apontar no sentido da preservação dos clientes que já existem, criando um sentido de pertença entre a marca e o cliente mas não deve esquecer os novos clientes. Aí a comunicação tem um papel fundamental. A net é um mundo até à data pouco explorado nas diversas formas de comunicar, se bem que se começa a ver uma evolução nesse campo. O marketing de guerrilha e de experimentação é uma ferramenta que tb poderá ser usada pela marca de forma a captar a atenção do cliente, pois coloca-o em contacto directo com o produto.

O grande BUM dos festivais de verão, um exemplo claro da comunicação directa, é uma outra forma que as marcas encontraram de estar em contacto com o consumidor passando a mensagem de valores ligados aos mais variados e determinados enventos. EX: Optimus Oeiras Alive.

Nos dias que correm é fundamental conhecer o cliente e estar próximo dele. Não vender mas ter um papel de consultor.

Certo que este post se desviou do tema, mas demonstra de uma certa forma para onde caminhamos.

"o gajo das TI"